Sobre Alder Teixeira

Professor titular aposentado da UECE e do IFCE nas disciplinas de História da Arte, Estética do Cinema, Comunicação e Linguagem nas Artes Visuais, Teoria da Literatura e Análise do Texto Dramático. Especialista em Literatura Brasileira, Mestre em Letras e Doutor em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais. É autor, entre outros, dos livros Do Amor e Outros Poemas, Do Amor e Outras Crônicas, Componentes Dramáticos da Poética de Carlos Drummond de Andrade, A Hora do Lobo: Estratégias Narrativas na Filmografia de Ingmar Bergman e Guia da Prosa de Ficção Brasileira. Escreve crônicas e artigos de crítica cinematográfica

A nau perdida

“É a nau perdida/Trem que chega/A nova dança/Mata verde, esperança/Em suas tranças vou voar”, diz a bela poesia de Geraldo Azevedo.
Num país em que se  faz júri para julgar a vítima em vez do criminoso, cria-se o “estupro culposo” para

Carinho para com o ex

Para um ex-professor, quero crer que para todos aqueles que, como eu, dependuraram as chuteiras, pelo menos em termos do que convencionalmente se compreende por atividade docente, nada é mais prazeroso que ouvir daqueles a quem dedicou o seu trabalho

O aniversário de um Rei

Por grande que um rei seja, é como nós humano:/Como outro   homem também, passível é de engano. (Corneille, 1606-1684)
Há coisa de alguns anos, estava eu em Estocolmo, e ocorreu-me lembrar que um dos cartões postais da cidade é o estádio

O Neto do Meu Avô

De Asolo, cidade do Vêneto da Itália, telefona-me o artista plástico Bruno Pedrosa. Com a humildade de sempre, uma das marcas de caráter da pessoa humana extraordinária que é, Bruno pede-me para ler os originais do livro “O Neto do

Gal, 75 Anos

Não vou falar de flores, perdoem-me.
É mais que óbvio não se poder esperar de uma live o rigor estético de um show de palco propriamente dito, leve-se em consideração que é típico do formato uma certa vocação para o improviso

Gal, 75 Anos

Não vou falar de flores, perdoem-me.
É mais que óbvio não se poder esperar de uma live o rigor estético de um show de palco propriamente dito, leve-se em consideração que é típico do formato uma certa vocação para o improviso

O abismo escuro

“O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente, dou o primeiro passo no caminho da eternidade, e saio da vida para entrar na História”.
Muitíssimo