Sobre Alder Teixeira

Professor titular aposentado da UECE e do IFCE nas disciplinas de História da Arte, Estética do Cinema, Comunicação e Linguagem nas Artes Visuais, Teoria da Literatura e Análise do Texto Dramático. Especialista em Literatura Brasileira, Mestre em Letras e Doutor em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais. É autor, entre outros, dos livros Do Amor e Outros Poemas, Do Amor e Outras Crônicas, Componentes Dramáticos da Poética de Carlos Drummond de Andrade, A Hora do Lobo: Estratégias Narrativas na Filmografia de Ingmar Bergman e Guia da Prosa de Ficção Brasileira. Escreve crônicas e artigos de crítica cinematográfica

Há 200 anos nasceu Dostoiévski

Há duzentos anos nascia na Rússia Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski, autor de obras-monumento, na perspectiva do que definiu como livros incontornáveis o estudioso francês Michel Riffaterre.
De sua autoria, alguns dirão preferir O Idiota, outros Os Demônios. Há aqueles que fizeram de Os Irmãos Karamazóv livro

Elogio e traição

Há poucos dias escrevi neste espaço um texto que, de imediato, causou espécie entre amigos e leitores de sólida formação intelectual. Sem meias-palavras, eu dizia do entusiasmo com que via chegar ao comando do Exército o iguatuense Paulo Sérgio Nogueira,

A Peste de Camus e outra peste

Felizmente o futebol tem entre os seus grandes ídolos muito mais que rapazes deslumbrados, cobertos por tatuagens de mau gosto e seguidores ingênuos de um mito brasileiro a quem gritam diante das câmeras de TV: “Tamo junto!” (sic).
É o caso

A Claridade Lá Fora

Leitora faz-me uma indagação no mínimo curiosa:– “Adoro acompanhar seus textos sobre literatura, mas gostaria que me indicasse livros menos complicados (sic), mais fáceis. O que você acha de Martha Medeiros?” Como é isto mesmo que esta coluna se propõe,

A Beleza salvará o mundo

Para o bem ou para o mal, sou crítico de extração formalista sempre que a obra de arte é objeto de pauta. Isto significa, entre muitas outras perspectivas de análise, que sempre me empenho em separar a obra do seu

Parabéns, Roberto!

Se a sorte não quiser que eu faça parte da História da Música Popular Brasileira, já me satisfaz que faça parte da história dos que gostam daquilo que eu canto.
(R.C.)
Vira e mexe, conversando amenidades com amigos, sou levado a contar

A saudade que não tem nome

É a imagem na mente que nos une aos tesouros perdidos, mas é a perda que dá a imagem.
                                                                        (Colette).
Já do hospital, em que viveria sua lenta agonia, escreveu-me uma longa mensagem pelo WhatsApp. Dizia-me como eram numerosos os exames

Era uma vez um país…

Acabo de ler, na edição de hoje da Folha de S. Paulo, artigo de Rogério Cezar de Cerqueira Leite, professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Editorial do matutino paulista, cuja visada impressiona pelo didatismo com que evidencia o