A cultura que aprendeu a se vender

Em algum momento recente, fazer cultura deixou de ser suficiente. Desde então, passou a exigir desempenho, visibilidade, entrega constante. Não basta produzir, é preciso provar valor em tempo real. Convém esclarecer que não se trata de idealizar um passado supostamente livre do mercado. A cultura sempre negociou com ele. O que mudou, porém, é que […]

AS FANFARRAS DO PODER

  “La patrie est ce qu’on aime”, Bernard Valade – “L’ idée de nation”, LIDIS, Paris, 1985. “Toda  a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era diretamente vivido se esvai nas fumaças da representação” , Guy Debord – “A […]