A Caminho da tempestade

A conjuntura política do mês de maio foi bastante desfavorável para o Bolsonarismo. Primeiramente com a instalação da CPI do Genocídio, no Senado Federal, houve uma mudança na pauta da agenda política, outrora conduzida pelas provocações do Planalto, agora nas mãos do Senado por meio das revelações que tem apresentado para a sociedade brasileira do conluio orquestrado em torno da hidroxicloroquina. Como consequência, a soberania popular percebeu ser necessário partir para o ataque, convocando manifestações de rua no último dia 29 de maio, por todo o Brasil, cujo resultado foi surpreendente. Por fim, com o depoimento da médica Nise Yamaguchi, a CPI do Senado está podendo agora adentrar a outra faixa de sua investigação, no que tange à corrupção ocorrida na tramoia da cloroquina denunciada por diversos meios de comunicação.

Alexandre Aragão de Albuquerque

Alexandre Aragão de Albuquerque

Mestre em Políticas Públicas e Sociedade (UECE). Especialista em Democracia Participativa e Movimentos Sociais (UFMG). Pesquisador do Grupo Democracia e Globalização (UECE/CNPQ). Autor dos livros: Juventude, Educação e Participação Política (Paco Editorial); Para entender o tempo presente (Paco Editorial); Uma escola de comunhão na liberdade (Paco Editorial); Fraternidade e Comunhão: motores da construção de um novo paradigma humano (Editora Casa Leiria) .

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