Vento ao Nada

Me condenso aos ruídos internos,Flechas pragmáticas,Gritos silenciosos!Um algoz de insensatez. Me busco a procura do róseo,Dos lírios do campo,Dos algodões de gozos,Dos sorrisos esbeltos. Quanto mais busco, Ó Deus,Mais me acho na mazela.Se me faz feliz viver, Pai?Uma incógnita. Meus pesares,Me perdem de vista.Já nada vejo!Vivo cego ao mundo,Aos escuros dos continentes,No breu límpido,Dos mais […]