Romeu e Julieta

Claudia Zogheib

Do belo ao trágico, da vida à morte,

da paz à guerra, do egoísmo à empatia.

A paixão é sem dúvida um afeto de extremos.

O amor não se propõe a responder,

mas sustenta e movimenta os afetos

 em direção ao outro e para o bem,

querendo o bem do outro.

 

 

 

William Shakespeare foi um poeta e dramaturgo inglês que se caracterizou pelos versos apurados e sua engenhosidade literária.

Na obra prima “Romeu e Julieta” ele transcendeu o tempo contando uma história de amor impossível entre dois jovens de duas famílias de Verona que se enfrentavam desde tempos imemoriais e não podiam viver o amor, um casal apaixonado que encenam um amor impossível e eterno, preferindo a morte do que não terem um ao outro.

A peça estreou em 1595 obtendo sucesso enorme, sendo impressa pela primeira vez em 1597.

Já o filme foi lançado em 1968, dirigido por Franco Zeffirelli, tendo tido outras filmagens com outros diretores como em 1996 com Baz Luhrmann, 2013 com Carlo Carlei, 1936 com George Cukor.

A característica dramática de Shakespeare traduziu os amores impossíveis como ninguém, revelando o sofrimento implícito da vida humana que o fez aclamado, estudado, inesquecível.

Ele era dono de um traço particular, uma espécie de lirismo filosófico descrito em suas tragédias, comédias, tragicomédias e dramas históricos com perspectiva humanista porque colocava em evidência os conflitos humanos onde a subjetividade estava acima de qualquer supremacia divina.

Em todos os contos e peças não foi diferente, e mesmo tendo percorrido um percurso tão variado como tragédias, comédias melancólicas, poemas e dramaturgia, suas obras passaram por fases distintas como humanista, gênero épico e lírico, peças históricas, comédias leves, tragédias e tragicomédias com temas amenos que fizeram dele um eterno inesquecível, revivido e reencenado até os dias de hoje, atualíssimo.

Na semana que comemoramos o dia dos namorados relembremos sua obra prima “Romeu e Julieta” com direção do inesquecível cineasta italiano Franco Zeffirelli, disponível no Prime Vídeo.

Até os dias atuais “Romeu e Julieta” é encenado no mundo inteiro e possui diversas paródias. São filmes, músicas, peças, poesias, pinturas inspiradas na obra de um dos maiores atores britânicos que falam do amor e vida em suas variadas formas.

“Romeu e Julieta” descreve algo que foi impossível de ser vivido, mas que não foi menos, foi amor. Assistam!

Música “What Is a Youth” com Metamorphose String Orchestre, Pavel Lyubomudrov.

Foto do Acervo @cinemaeartenodivã

Claudia Zogheib

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Psicóloga Clínica, Psicanalista,

especialista pela USP- SP

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Claudia Zogheib

Claudia Zogheib é Psicanalista, Psicóloga Clínica, especialista pela USP- Departamento de Psicologia. responsável pelas páginas Cinema e Arte no Divã, Auguri Humanamente www.claudiazogheib.com.br / www.augurihumanamente.com.br