Sobre Paulo Elpídio de Menezes Neto

Cientista político, exerceu o magistério na Universidade Federal do Ceará e participou da fundação da Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia, em 1968, sendo o seu primeiro diretor. Foi pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação e reitor da UFC, no período de 1979/83. Exerceu os cargos de secretário da Educação Superior do Ministério da Educação, secretário da Educação do Estado do Ceará, secretário Nacional de Educação Básica e diretor do FNDE, do Ministério da Educação. Foi, por duas vezes, professor visitante da Universidade de Colônia, na Alemanha. É membro da Academia Brasileira de Educação. Tem vários livros publicados.

Da sutil convivência entre virtudes públicas e vícios privados. Ou a semântica do contraditório numa comédia da arte das aparências, por Paulo Elpídio de Menezes Neto

Nem só de generais e caudilhos se fazem as ditaduras
Diz-se, com certo orgulho, que no final das contas, a democracia não está tão mal na America Latina. Algumas vozes chegam a admitir que as nossas instituições políticas estão bem consolidadas.

Democracia e legitimidade partidária: ou as artes obsequiosas da tolerância do ‘coitus politicus interruptus’, Paulo Elpídio de Menezes neto

“Pátria minha…A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca: a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina no mar”.
“Pátria Minha”,