Reforma, reforma, reforma. O que é bom para o Brasil? POR JANA

Finalmente o Brasil tem sua atenção voltada para a guerra. Estamos em guerra, sim, contra este câncer que corrói o país e que o impede de ser feliz: o déficit previdenciário que já passou dos 300 bilhõe de reais. Passou a hora de se informar e entender. Já superamos a fase dos debates. A imprensa não para de colocar o tema no seu devido lugar. Ouça o rádio, veja a TV e leia jornais e revistas, todos estão de acordo. Olhem para a bolsa de valores e para a taxa de câmbio.

Os especialistas em economia e finanças já colocaram sua convicção. O mercado não aceita outra opção. E tem pressa. Cabe ao Congresso fazer a cirurgia e cortar incisivamente os privilégios desses marajás infelizes e de uns poucos que querem parar de trabalhar cedo demais. Cada deputado e cada senador bote sua mão na consciência e pense que, feita a reforma, o Brasil reconquistará a confiança dos mercados e os investimentos voltarão. Disso não nenhuma sombra de dúvida. A felicidade está logo à frente.

A mudança tem de ser radical e deve alcançar a União, os estados e os municípios. Tem de passar pelos militares, pelo judiciário e pelo legilslativo. O ideal é que cada um cuide do seu dinheiro, de sua poupança e de sua aposentadoria, escolhendo onde e como aplicar seus recursos para garantir seu futuro. Todos devem ser livres para cuidar de sua própria aposentadoria. O nome disso é regime de capitalizacão. Cada um que cuide de si e se torne responsável por seu futuro e arque com a consequência de suas escolhas.

O nome disso é liberdade. O nome disse é livre escolha. O nome disso é meritocracia. O nome disso é maturidade e responsabilidade. Não é papel do Estado cuidar da vida e do futuro de ninguém. Chega de intervenção incompetente, ineficaz e de tanto cobrar imposto. É indispensável dar apoio incondicional às reformas de Paulo Guedes e ao governo de Jair Messias Bolsonaro.

Logo, logo, feitas as reformas, com a volta da confiança e dos investimentos, tudo se resolverá, todos os nós se desatarão naturalmente. Quem viver, verá.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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