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Reforma da Previdência de Lula em 2003 apontou para distorções no serviço público, diz senadora do PP, que defende fim do imposto sindical

A senadora Ana Amélia (PP-RR) defendeu nesta sexta-feira (28), em Plenário, a proposta de reforma trabalhista aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhada ao Senado. Ela citou os direitos que foram mantidos, como as férias, o 13º salário e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, e destacou a retirada de obrigatoriedade do pagamento do imposto sindical  pelos trabalhadores.

— Sou favorável à contribuição voluntária. Por que? Porque o bom sindicato, aquele que trabalha em favor do trabalhador, aquele que tem compromisso com o trabalhador, vai trabalhar cada vez mais, para ter força, voz e vez para defender coletivamente os trabalhadores da sua categoria — disse a senadora.

Ana Amélia apresentou dados do desemprego no Brasil divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a senadora, são 14,2 milhões de brasileiros desempregados e 10,5 milhões trabalhando na informalidade.

— Para mim, esta é a maior precarização do mercado de trabalho: a informalidade, a carteira assinada não existente.

Previdência

A senadora lembrou ainda a aprovação da última reforma da Previdência, enviada ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003.  Ela observou que a reforma de 2003 destinou-se essencialmente a corrigir distorções do setor público. Recordou que a reforma taxou servidores inativos, fixou idade mínima para a aposentadoria e estabeleceu teto para o benefício.

Agência Senado

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