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Em 1941, nasceu o Instituto Universal Brasileiro – IUB, um curso a distância que profissionalizou muita gente.

Eu nasci no mesmo ano, no Sítio Latadas, zona rural de Jaguaruana-Ce, município no Vale do Jaguaribe.

 Lá, existia a escola da Dona Isaura, uma professora exemplar. A luz era de lamparina e já existiam pessoas fazendo cursos a distância – EAD. Um adolescente que estudava conosco fazia eletrotécnica de rádio. Montou dois rádios com bateria, ficou com um e vendeu o outro.

A logística do IUB, divulgação dos cursos, matrícula, pagamento, envio de conteúdo e de peças, era feita pelo serviço dos Correios que, na época, era precário.

Nos anos 50, morando em Russas-Ce, eu conheci vários bons profissionais de Contabilidade e eletrotécnica formados pelo Instituto Universal Brasileiro.

Lauro de Oliveira Lima, grande educador cearense de Limoeiro do Norte, representante da Escola Piagetiana no Brasil, já no início da década de 60, profetizava o fim das salas de aula que seriam substituídas pelo ensino televisivo, mais barato, mais atraente e mais eficaz.

De lá para cá, os avanços galoparam: TV colorida, vídeo-cassete, wi-fi, bluetooth, inteligência artificial, nano tecnologia, bio-tecnologia; diaríamos, um salto fenomenal da escola da dona Isaura no Vale Jaguaribe para a Singularity University de Peter Diamandis no Vale do Silício.

A história da humanidade mostra que a dor tanto mata como produz mudanças significativas. Pestes, tsunamis e furacões, exemplificam bem essa premissa.

A pandemia da Covid-19 traz em seu bojo lições pedagógicas profundas, apesar dos efeitos letais catastróficos para alguns países e, sobretudo, para o Brasil que está à deriva nos oceanos da saúde, da educação e do meio ambiente. Como “a dor ensina a gemer” haverá ensinamentos sobre cidadania, higiene, economia, socialização, desapego e solidariedade.

Quando houver calmaria e a poeira baixar, a normalidade vai ser diferente da normalidade existente antes da pandemia. O mundo será outro, com pessoas sofridas que modificaram hábitos para conseguir sobreviver, e se tornaram indivíduos mais experientes e mais solidários.

Quantas pessoas morreram e quantas empresas fecharam!

Uma legião de desempregados perambulam à procura de trabalho. O mundo se contorce com as dores das perdas e com as cicatrizes deixadas pelos açoites do coronavírus.

A superação e a harmonia virão com ações inteligentes e estratégicas. Grupos devem ser formados para intercambiar informações entre si e acelerar o desenvolvimento pessoal, profissional, empresarial e tecnológico. Coloco-me à disposição para debater novas formas de trabalhar e viver.

Como intelectual da educação estou participando de um grupo de estudos na empresa HILPRO Idiomas, redefinindo parâmetros e ações didático-pedagógicas. Haverá mudanças radicais para atender às demandas pós-pandemia e continuarmos entregando soluções educacionais de alta performance. O mundo não pode parar. Correr rápido, buscando resultados excelentes é a palavra de ordem. Se você tiver empresa, recomendo fazer o mesmo.

A HILPRO vai migrar do sistema presencial do ensino de línguas, mais caro e com deslocamentos, para um sistema customizado, mais econômico e de maior alcance.

Vamos sair do desconfortável “corra e matricule-se já” para a comodidade do “click aqui e inscreva-se”.

Tudo mais fácil, mais rápido, mais seguro e mais econômico.

Gilmar Oliveira

Gilmar Oliveira, Professor Universitário.