Sobre Gilmar Oliveira

Gilmar Oliveira, Professor Universitário.

Gestação literária

Concluo a leitura do rascunho de O CARÃO CANTOU, livro do escritor cearense Humberto Rodrigues Lima.
Posso dizer que o li de um só fôlego, sem arquejar.
A parte central da obra são as conversas de homens simples do campo que se

A INFORMAÇÃO ESPANTA O MEDO

Meus medos são poucos ou, posso dizer, que quase não os tenho. Sou corajoso? – Definitivamente não. Sou um medroso auto-consciente, com foco e determinação. Acaricio diariamente minha alma para que fique mais fina e ousada, buscando um sentido único

A UNIÃO DA TRIBO

Nasci num lugar pequeno, rico e bem distante. Minha família era grande e unida como uma tribo. Vivíamos felizes, malgrado as dificuldades da sobrevivência.
Certo dia resolvi viajar para bem distante. Ganhar a vida com mais facilidade e apoiar os que

ALUCINAÇÃO OU REALIDADE II

Domingo de sol
Vontade de bebericar
Quebrar a monotonia
Matar o “verme”
Um copo, não encontro
Vem pra cá, xícara
Te faço um copo
Penso no Bevan e no Beto
Irmãos de farra
Chamo-os pra perto de mim
Arrasto uma Ypióca 160
Morena sedutora
Todos lambendo os beiços
Copos próprios apareceram
Desvirginização carinhosa
Goles que

CONVERSA COM DEEPAK CHOPRA

Nesse momento de quarentena, tão rico de reflexões, inauguro um quadro literário que consiste em breves diálogos com pessoas físicamente ativas ou inativas no Planeta que considero do bem.
Gosto de conversar … principalmente em momentos de transformação intensa. Quando a

PANDEMIA NO TRABALHO

O ambiente laboral é quase sempre emocionalmente insalubre. Em muitos casos a insalubridade é também física; empresas que não oferecem estruturas físicas adequadas ao desempenho confortável e consistente à elaboração e entrega de produtos e serviços.
Somem-se a esses fatos, as

ALUCINAÇÃO OU REALIDADE

Domingo de sol
Confinado
Liberdade plena
Um olhar pela janela
Céu azul
Nuvens que andam
Árvores que abanam galhos
Edifícios parados e sisudos
Ruas desertas
Pássaros que piam
Paz!
Nenhuma dor em mim
Cérebro sem nós
Voos infinitos
Minh’alma passeia
Audita o mundo
Eu e Marluce
Cheios de idade
Em espaços vazios
Cheios de silêncio
Isolamento radical
Proteção máxima
Medo do céu
Sombras

VÍRUS CORONA

Nasci em 1941 no sítio Latadas, lugar muito tranquilo e cheio de paz.
A luz da lamparina e a união das famílias era a energia que clareava os lares. Os vagalumes eram coadjuvantes frequentes no inverno.
Os instrumentos musicais comuns eram os