Sobre Carlos Gildemar Pontes

CARLOS GILDEMAR PONTES - Fortaleza – Ceará. Escritor. Professor de Literatura da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. Doutor em Letras UERN. Mestre em Letras UERN. Graduado em Letras UFC. Membro da Academia Cajazeirense de Artes e Letras – ACAL. Foi traduzido para o espanhol e publicado em Cuba nas Revistas Bohemia e Antenas. Tem 25 livros publicados, dentre os quais Metafísica das partes, 1991 – Poesia; O olhar de Narciso. (Prêmio Ceará de Literatura), 1995 – Poesia; O silêncio, 1996. (Infantil); A miragem do espelho, 1998. (Prêmio Novos Autores Paraibanos) – Conto; Super Dicionário de Cearensês, 2000; Os gestos do amor, 2004 – Poesia (Indicado para o Prêmio Portugal Telecom, 2005); Seres ordinários: o anão e outros pobres diabos na literatura, 2014 – Ensaios; Poesia na bagagem, 2018 – Poesia; O olhar tardio de Maria, 2019 – Conto; Crítica da razão mestiça, 2021 – Ensaio, dentre outros. Vencedor de Prêmios Literários nacionais e regionais. Contato: [email protected]

AS DUAS FACES DO LOGOS

Carlos Gildemar Pontes
 
A partir da leitura do texto “A força da imaginação“, do confrade Rui Leitão, cronista prolífero que, diariamente, nos brinda com uma crônica bem elaborada dentro dos princípios da imaginação e da lógica que dela advém, tento fazer

A FACE MAIS CRUEL

O capitalismo encontra formas de renovar sua exploração e de se fundir aos regimes autoritários. Coopta lideranças para lhes dar a falsa ideia de ascensão por mérito. Privilegia algumas categorias profissionais para criar uma rede de dependência e de exclusão

A GENEALOGIA DA CONDENAÇÃO

Toda vida é eterna. A que dura um minuto, cem anos ou que se reintegra à energia que vibra no universo. Não existe eternidade para escolhidos. Existe uma projeção mental para aprisionar as razões pelo medo de errar, segundo a

QUEM TEM CULPA NO CARREFOUR?

Em primeiro lugar, vamos distribuir as devidas competências para o fato, ocorrido recentemente no Carrefour, que levou à morte de um negro na saída do Supermercado no Rio Grande do Sul. Dois seguranças, um deles policial militar à paisana e

EDUCADOR, BALEIA E SONRISAL

 
Escrever sobre educação parece ser uma coisa repetitiva. Há dez anos fiz uma versão deste artigo e ele não conseguiu avançar no que questionei lá atrás. Repeti o mesmo título. E aí seguem as reflexões.
Não sei se as crianças de

ARTE TAMBÉM É PARA BRINCAR

A arte tem fascinado os homens desde que o primeiro primitivo contemplou as estrelas. Estabeleceu-se ali um momento de magia que deve ter encantado e causado um certo estranhamento ao nosso ancestral. Daquele momento em diante, a evolução do homem