A semente do “Pé de Dinheiro”

Em algum momento de sua vida, você já deve ter ouvido dos seus pais a seguinte frase: “Dinheiro não dá em Árvores”, apesar do agronegócio movimentar muito Dinheiro.

Mas a lógica da construção da riqueza em muito se assemelha ao processo de plantar e colher. Há tempo para plantar e também o tempo para colher, precisamos apenas respeitar as sazonalidades de cada fase.

Vamos definir que a “semente” deve ser entendida como o percentual de renúncia ao consumo que cada indivíduo ou família deve optar, no sentido de guardar dinheiro para colher no futuro.

Na prática é a renúncia anual e mensal ao consumo que um indivíduo ou família deve fazer. Explicando melhor como essa renúncia pode ser dimensionada.
Veja o exemplo de uma pessoa que ganha R$ 5.000,00 líquido por mês:
• Reter 10% do salário de R$ 5.000,00 = ​​R$ 500,00/mês
• Reter 50% do 13° de R$ 5.000,00 =​​R$ 2.500,00/ano
• Reter 100% do adicional de férias (1/3) =​R$ 1.666,66/ano
Total de renúncia anual
• 10% do salário (R$ 5.000,00 x 12)​​R$ 6.000,00
• 50% do 13°​​​​​​R$ 2.500,00
• 100% do adicional de férias​​​​R$ 1.666,66
• Total​​​​​​​​R$ 10.166,66

A renúncia seria de R$ 847,22 por mês que daria uma boa poupança.

Poupar em inglês pode ser traduzido por “to save”. Pensando bem ao evitar um gasto, você salvou o seu Dinheiro de ser executado por um lanche do Fast-Food da moda ou de ser chacinado por um Smartphone de última geração.

Aliás não é justo colocar a culpa no lanche, no Ifood ou no Smartphone, porque quem apertou o gatilho e “matou seu Dinheiro” foi você mesmo.

Marcos Gondim

Marcos Venicius Gondim, consultor empresarial em finanças e planejamento estratégico e mestre em Desenvolvimento Territorial.

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