A rede da (I)legalidade

No último dia 20 de abril, João Pedro Stédile concedeu entrevista no YouTube, e falou que independentemente das dificuldades táticas há  também alguns desafios que,  nessa anomalia da luta de classes, há que priorizar a disputa ideológica. E, segundo ele, ela passa por organizar ações de solidariedade porque se trata de valores, de ideologias e que ninguém vai ganhar nada, pois ninguém vai ter aumento de salário, ninguém vai ganhar terra ao se praticar a solidariedade, mas que vai se tornar um ser humano melhor.

 

Stédile afirma que quando se pratica,  a solidariedade é uma luta ideológica,  seja individual ou coletivamente, e que a luta ideológica, para ele, é feita em bate papo como o que participa via live na internet, pelos blogs ou pela imprensa.  No entanto, ele diz que tem um desafio que não está resolvido que é a construção de uma unidade no modelo feito por Leonel Brizola, o  que construiu a Rede de Legalidade , somente usava o rádio e conseguiu empossar o ex-presidente João Goulart. Para o coordenador nacional do MST, falta criar uma Rede Nacional de “Ilegalidade” e que não precisa ser tanto tempo, somente 15 minutos diários, a partir das 20h, por exemplo, todo mundo se conecta na TV DO HABILIDOSO para ter uma unidade para orientar a política dos militantes.

 

A entrevista completa pode ser assistida no Canal Tv Do Habilidoso no YouTube clicando no link: https://www.youtube.com/watch?v=YUeDRaiBo2w

 

Por Luiz Carlos Prata Regadas

Sociólogo e Mestre em Planejamento e Políticas Públicas pela Universidade Estadual do Ceará.

Luiz Carlos Prata Regadas

Sociólogo e Mestre em Políticas Públicas pela Universidade Estadual do Ceará- UECE. Tenho experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Política Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: política brasileira, geopolítica e influência da grande mídia.

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