A confiança do mercado e a esperança do povo, POR JANA

Até parece uma maldição. Toda vez que o povo constrói uma esperança, alguém aparece para destruir. Não há dúvida de que o povo brasileiro é bem intencionado e trabalhador, mas contra ele levantam-se forças poderosíssimas.

O presidente Jair Bolsonaro, eleito e empossado, agora com sessenta dias na função, bem ou mal, não importa mais, é o homem que recebeu a divina e delicada missão de conduzir o povo nessa mudança, colocando o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

Agora, nem bem começou, parece que tudo está desmoronando. Parece que todo o governo se esfarela. Os jornais dão em seus editoirais a opinião de que o presidente não trabalha, não governa, não enfrenta os desafios do país, não se foca em resolver os problemas. Perde-se o presidente em fofocas e besteiras, dando o mau exemplo e agindo e falando como se tivesse perdido o eixo, o próprio juízo. É o que dizem estes jornais e estes jornalistas.

É preciso explicar ao povo o porquê de uma opinião tão dura. O que aconteceu e o que está acontecendo de fato e de verdade. Pois é, o fato e a verdade estão também em jogo, assim como o país e a esperança dos eleitores (também trabalhadores e bem intencionados).

O que se vê e o que se ouve é que só a reforma previdenciária pode salvar o governo, o país e o futuro. Alguém precisa explicar isso também. Por que uma cobrança tão dura num governo tão novinho? Por quais razões o presidente perdeu a confiança dos mercados e a esperança do povo? O que está de fato e de verdade acontecendo? Quer dizer que vão anular outra eleição?

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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