Um novo Brasil: estrada do futuro e a linha do horizonte, por Jana

A Rede Globo de Televisão apresentou no programa Fantástico de domingo a prova de que toda a crise política e econômica que assola o Brasil é culpa de Lula e de Dilma e de suas políticas que enganaram o povo brasileiro com uma falsa felicidade durante três mandatos inteiros. Só agora, com Michel Temer, o povo está percebendo e entendendo, com a ajuda da imprensa, que todas as vitórias e conquistas eram fracas e frágeis, insustentáveis. Chama-se vôo de galinha, porque é curto e é baixo.

A equipe econômica formada pelos mais brilhantes nomes do mercado, Henrique Meirelles e Ilam Goldfajn, está pondo tudo nos eixos e isso exige tempo para produzir os melhores efeitos. Duas coisas já apontam que é este o único caminho: a queda da inflação, graças à política de juros altos do Banco Central, e o crescimento econômico de 1 por cento em 2017. Cabe a todo formador de opinião dar apoio ao que está sendo feito e tudo fazer para evitar qualquer movimento de volta ao passado e ao populismo de esquerda que tanto prejuízo trouxe ao povo, a começar pelo desemprego e pela falta de perspectivas otimistas.

Enxugar a máquina do governo, privatizar o máximo com velocidade, abrir os setores econômicos estratégicos ao investidor estrangeiro, cumprir a Lei de Teto dos Gastos e não deixar haver recuo na reforma trabalhista, essa deve ser a pauta dos brasileiros responsáveis e conscientes que acreditam na força do mercado e sabem que não podem apostar contra a lei da oferta e da procura.

A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é uma janela aberta para o futuro. Novas perspectivas se abrem pra o enfrentamento de velhas questões sociais, a partir de um novo estilo de ação do poder mais legítimo.

O Brasil está caminhando na estrada do futuro e os bons tempos se anunciam na linha do horizonte.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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