Procuradores da República das Forças Tarefas da Lava Jato e as eleições, por Jana

Os jovens e bravos procuradores da República das Forças Tarefas da Lava Jato se reuniram e se posicionaram sobre as eleições de 2018, se elas realmente acontecerem e o povo ainda esperançoso resolver comparecer às urnas e votar para eleger deputados, senadores, governadores e presidente. Os nossos jovens heróis da guerra sem tréguas à corrupção, que tudo arriscam e nada ganham em troca, disseram com todas as letras e assinaram embaixo que Lava Jato e eleições são etapas de um processo só e se completam. Moralizacão e eleição têm tudo a ver com você. Significa dizer que é preciso eleger candidatos afinados com a filosofia da nova Justiça. A Justiça que limpa o país dos corruptos e nada esconde debaixo do tapete. Aquela que prende os ricos e não deixa que eles saiam antes de confessar todos os seus crimes e purgar toda a sua culpa. Aquela que é capaz de derrubar os mais poderosos, sejam eles de que partido for, sejam eles ricos ou pobres, bem relacionados com as altas esferas da Justiça ou não.

Agora cabe a cada eleitor não se deixar influenciar pelas pesquisas e colocar a mão na consciência e lembrar cada passo dado nos últimos três anos. Isso é fundamental e decisivo, pois não pode haver recuos. O processo tem que seguir. A limpeza apenas começou. Ainda faltam aprovar várias reformas e mudar o próprio regime político para frear qualquer impulso mais populista. Depois da Lei de Teto dos gastos (que congela os gastos sociais por vinte anos), do fim da anacrônica CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) pela reforma trabalhista que abre a lei da oferta e da procura para a livre negociação entre empresários e trabalhadores, falta acabar com os abusos e absurdos das aposentadorias. Estão andando em bom ritmo as privatizações, as concessões e um saudável processo de abertura do país ao investidor estrangeiro (fim dos privilégios da Petrobrás, Eletrobrás e outros elefantes brancos que só consumiram dinheiro do povo e nunca fizeram nada de relevante, só impediram o progresso).

Evidentemente, os próprios procuradores não serão candidatos e isso faz sentido, embora seja uma pena que eles mesmos não possam levar às tribunas e aos palácios a sua política saneadora e as suas propostas renovadoras.

No mesmo documento assinado por todos os procuradores da República das Forças Tarefas da Lava Jato, há os vitoriosos números da operação que, pela primeira vez, atua em plena sintonia com a voz das ruas e põe na cadeia os bandidos, de forma rápida, cirúrgica. Os números falam por si sós. Já estamos vivendo um novo Brasil. Agora é esquecer o que passou e seguir em frente.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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