Pela lei ou pelo chicote, o Brasil precisa respirar, por Jana

Desse jeito, as coisas ficam muito mais difíceis para o país. A mais alta corte de justiça interpreta a Constituição de forma a beneficiar alguém que tem potencial para ser considerado o maior corrupto da história, que pertence ao partido que montou a maior e mais sofisticada rede de corrupção de que se tem notícia no ocidente civilizado, que desmontou a máquina administrativa para nomear seus quadros incompetentes e incapazes, que comprou votos em todas as eleições que venceu e ainda teve a cara de pau de fazer um discurso de igualdade e justiça social, apontando para a velha impunidade. A justiça não pode se colocar contra a opinião pública e o clamor das ruas. Usa-se a lei para não se usar o chicote.

Mentir para o povo devia ser crime hediondo. Enganar o povo com Olimpíadas e Copas de Futebol (Copa do Mundo e das Confederações), com bolsas-esmolas e falsos e frágeis programas sociais, tudo com o intuito de receber o voto dos ignorantes e desinformados dos confins do país e das áreas pobres, como o Norte o Nordeste.

Por que esse partido nunca venceu, nunca vence e nunca vencerá aqui em São Paulo e no Rio de Janeiro, salvo como exceções que fazem a regra? Porque o carioca e o paulista não são fáceis de ludibriar e confundir, de subornar com pequenas benesses em troca do voto e ou de obrinhas ou projetinhos.

O Brasil precisa virar a página e colocar quem merece na cadeia. E nem preciso dizer o nome de quem são essas pessoas. O Brasil é vítima delas. São mais de doze anos de incompetência e má-fé, de violação criminosa da vontade do povo, de violência contra a democracia e contra o mercado.

Basta! Que chegue logo abril. O Brasil precisa respirar.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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