Os dois sinais de que o Brasil está no caminho certo, por Jana

Não interessa ao Brasil e aos brasileiros que Lula seja candidato. Ele já teve a sua chance e nada fez, não fez mudanças estruturais, não fez as reformas necessárias e ainda instalou ou deixou se instalar um largo esquema de corrupção na máquina estatal. Seu partido, ao invés de governar para a maioria, cuidou de ocupar a máquina de forma clientelista e eleitoreira. Ganhou quatro eleições por força do uso desproporcional do poder e da máquina administrativa, atropelando quem quer que a ele se opusesse.

Não interessa ao Brasil e aos brasileiros que o PT volte ao poder. O partido teve sua chance e por treze anos desperdiçou a oportunidade de fazer um país melhor e mais justo, mais produtivo e mais eficiente. Ficou encantado com festas como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, e deixou de cuidar de criar infraestrutura e as melhores condições para os empresários, estes, sim, que fazem o progresso.

Não interessa ao Brasil e aos brasileiros que o governo fique cuidando de fazer agrados a estes ou aqueles pequenos grupos, quando o certo é estimular o mérito e premiar o desempenho. Justificar estas benesses chamando-as de “ações afirmativas” de redução de desigualdade é falsear a verdade. As pessoas não precisam de proteção para competir e, por mérito, vencer.

Ao Brasil e aos brasileiros interessa que se crie um ambiente favorável aos investidores e empreendedores privados daqui e de fora, que se deixe ao mercado estabelecer a hora de investir, definindo livremente onde e quanto aplicar. O Estado deve afastar-se disso e deixar à lei da oferta e da procura todas as decisões.

Michel Temer está fazendo mais em um ano pelo mercado do que Lula, Dilma e o PT fizeram em treze anos. Os gastos públicos já estão congelados por vinte anos e a reforma trabalhista passou na íntegra, sem emendas.

A bolsa e o câmbio são os sinais de que tudo está no caminho certo.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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1 comentário

  1. Paulo Guedes

    Só posso entender esse “artigo” como uma grande ironia. Não dá para argumentar com pessoa tão alienada, desfocada da realidade.

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