Mercado espera em outubro a vitória de um nome que inspire confiança, por Jana

Está no mercado a saída para o Brasil. Os governos populistas que se diziam de esquerda só enganaram o povo com crescimento econômico, emprego, aumento e distribuição de renda falsos, insustentáveis, a custo de quebrar as finanças do país e comprometer o funcionamento das instituições. Este, sim, um golpe disfarçado e financiado a custo do sacrifício do povo e do comprometimento da administração pública. A prova disso é que o mercado exigiu a mudança e a retomada do bom senso e do equilíbrio.

Repetindo: a saída para o Brasil está no mercado. Michel Temer já cumpriu seu papel e seu destino depois de outubro não deve ser ignorado por ninguém. Ele precisa apoiar um candidato de centro para vencer a eleição e torcer para obter um indulto presidencial, o que não é pouca coisa, consideradas devidamente as circunstâncias. Temer precisa recolher-se à sua insignificância e entender que ele já cumpriu seu papel na aprovação da vigorosíssima Lei do Teto de Gastos que congela despesas administrativas e sociais por vinte anos e pela Reforma Trabalhista que deixou o Brasil mais ou menos com as mesmas regras de trabalho dos países mais ricos e desenvolvidos. Algum crédito também lhe pode ser dado por promover uma nova abertura dos portos nos negócios de petróleo, livrando os brasileiros da ditadura da Petrobrás.

Se a saída do Brasil está no mercado, o nome do mercado é Henrique Meireles. Michel Temer precisa usar a única competência que tem (a de articulação com os membros do parlamento) para costurar com a força do poder formal as alianças indispensáveis. A trajetória de Meireles é irrepreensível, obteve resultados auspiciosos por onde passou, tanto na máquina pública quanto nos bancos e empresas privadas. Um craque reconhecido pelas forças que efetivamente regem a orquestra da economia.

O futuro está logo ali. Outubro é a data da batalha decisiva. A mudança no poder já foi feita, as reformas começaram, o ambiente para as eleições está mais limpo, graças à Lava Jato. Temos, pois, as condições para manter o que está dando certo.

O Brasil precisa de confiança. Meireles é uma opção confiável.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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