Câmbio e juros geridos com competência, por Jana

Não se deve em nenhum momento esquecer que os problemas que o país vive hoje foram lenta e solidamente criados e alimentados pela esquerda populista que se apossou do poder e o usou para fins inconfessáveis. E os mais recalcitrantes, que teimam em defender esses seres avermelhados em suas bandeiras, precisam ouvir a narrativa vitoriosa porque verdadeira.

Depois de erros monumentais, depois de déficits gigantescos, depois de tanta mentira sobre desenvolvimento econômico e justiça social, agora, sob mãos responsáveis, o país volta à ordem e ao progresso. Reinstala-se a ordem constitucional e a moralidade. Os poderes voltam a agir de maneira legal e legítima, recebendo o respeito e fazendo por merecer a consideração da comunidade esclarecida no país e no mundo civilizado. A economia começa a dar os sinais evidentes e inegáveis da recuperação saudável e em pouco tempo até os índices de emprego se recuperarão, agora de forma honesta e definitiva.

O Ministério da Fazenda nunca esteve em mãos tão competentes. O Banco Central está vivendo um momento de ouro. A dupla decisiva do comando da economia se entende por música e nem sequer admite forçar as leis da oferta e da procura e os termos do completo bom senso.

Tão logo essa equipe assumiu, teve que repor as taxas de câmbio em posição correta. Para isso, foi feito um ajuste rápido de pouco mais de quinze por cento na cotação do dólar. Era absolta e completamente inevitável. Todo o mercado já estava trabalhando com essas expectativas e não tinha como não confirmá-las – o que, aliás, se faz com o jogo do mercado, ou seja, pela própria lei da oferta e da procura. Afinal, o Banco Central não tem como objetivo qualquer alvo para a taxa de câmbio.

Daqui para a frente, os custos da gestão da política monetária tendem a cair, dessa vez de maneira firme e definitiva, basta ter paciência e torcer para que novas crises não sejam criadas ou importadas. As operações de swap do Banco Central são legítimas, feitas com rigor absolutamente técnico, por profissionais concursados e com total transparência. Ao final de cada dia, o Banco Central divulga a taxa efetiva (P-tax) e todos os participantes ficam cientes e conscientes dos resultados das transações.

A prova do acerto da nova direção do Banco Central está na taxa de inflação, que ficou abaixo do limite inferior da meta, um sucesso sem precedentes, abaixo de três por cento em um ano. E o orçamento para gastos com juros da dívida com a inflação tendendo a zero é de apenas trezentos bilhões de reais em números redondos.

Como se vê, o que se paga no câmbio, recupera-se rápido nos juros. E vice-versa. Questão de competência da nova direção.

Jana

Jana

Janete Nassi Freitas, nascida em 1966, fez curso superior de Comunicação, é expert em Administração, trabalhou como executiva de vendas e agora faz consultoria para pequenas e médias empresas, teve atuação em grêmios escolares quando jovem, é avessa a redes sociais embora use a internet, é sobrinha e neta de dois vereadores, mas jamais engajou-se ou sequer chegou a filiar-se a um partido, mas diz adorar um bom debate político. Declara-se uma pessoa “de centro”. Nunca exerceu qualquer função em jornalismo, não tem o diploma nem o registro profissional. Assina todos os textos e inserções na internet como “Jana”.

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